15 fevereiro 2014

Trancado a 7 Chaves - 2 Temporada

Capítulo 15 - Capitulo XV



Fanfic / Fanfiction de Inazuma Eleven - Trancado a 7 Chaves - Segunda temporada - Capítulo 15 - Capitulo XV

Capitulo XV

  O dia nascia aos poucos, ainda com um ar frio um moreno acordado não ousou sair da cama então decidiu optar por uma outra coisa .... apreciar a face adormecida da rosa deitada ao seu lado. Ficava tão linda adormecida daquele jeito, com os cabelos caídos no rosto, lembranças da noite passada vinham e iam em sua mente, lhe causando arrepios.
   Desceu o olhar pelo corpo entre coberto pelo cobertor e lençol, até chegar na mão direita delicadamente sobre seu peito, o anel o chamara a atenção. Até que enfim teve a coragem, agora ela seria sua sem reservas. Sorriu.
   - Hmm... Shin... – a voz meiga soou como num sussurro o chamando a atenção. – O-ohayo. – disse um pouco corada.
   - Ohayo. – respondeu se aproximando do rosto levemente vermelho dela, depositando um beijo em sua maçã do rosto, o que a fez piscar algumas vezes, desviando para sua mão onde o anel preciosa estava. Sorriu. Esperara quanto tempo por isso? Ah ... muito tempo e agora que está feito teria de ser o mas rápido possível não?
   - Etto .... – começou a rosa. - Shin?
   - Sim?
   - Arigato.
   - Digo o mesmo minha flor. – respondeu sorrindo, a puxando para mais perto. – Já que o pedido foi aceito, devemos começar com os preparativos não? Claro se você quiser. Qual o melhor dia?
    - A-amanhã.
    - Amanhã? – perguntou um pouco surpreso descendo o olhar pra ela.
    - Shin ... já esperei tanto tempo e ...
    - Não precisa se explicar. Eu entendo e concordo. Amanhã. Então devemos fazer a lista de convidados...
    - Não precisa ser algo muito extravagante. Acho que algo mais familiar e tranquilo seria o adequado não? – a rosa disse se sentando na cama ainda o olhando.
    - Se é assim que você quer, por mim tudo bem. – soltou a olhando. – É isso que quer?
    - Sim. – sorriu. O simples fato de se casar com ele já era algo extravagante o suficiente. – Shin ... gostaria de convidar o Tenma e alguns outros para virem, tudo bem?
     - Mas é claro. Bem ... hoje não precisarei ir a empresa, porque não vem aqui e deita mais um pouquinho? – disse segurando a cintura da mesma a puxando para o seu lado.
    - Teremos tempo na Lua de mel não? – soltou sorrindo.
    - Pensei que ela tinha sido ontem? – respondeu confuso, vendo-a ficar vermelha.
    - Na .. seu bobo. – falou sentindo seus lábio serem unidos.







   - VÃO SE CASAR? – A pequena exclamou olhando para o casal a sua frente.
  - Sim. Isso não é bom? – a rosa maior perguntou intrigada a olhando.
  - Não, é bom sim. – sorriu indo até eles. – E quando vai ser?
  - Amanhã. – o moreno disse sorridente.
  - Amanhã?
  - Sim, como está quase na hora vamos sair e ver as coisas pra amanhã. – a futura senhora Shindou disse, andando em direção a uma cômoda, onde pegou uma chave. - Vamos? Não podemos perder tempo.
   - Mas e o Shin?
   - Não seria bom se eu visse qual vai ser o vestido da minha noiva. Então depois sairei para ver a minha roupa. Vão sem se preocupar. – o moreno disse as vendo já na porta para sair.
   - Não se esqueça de convidar todos Shin.
     O moreno ouviu a rosa dizer antes de fechar a porta. Agora estava sozinho, teria de cuidar dos outros preparativos. Cerimonia, festa, roupa, lugar, convidados e etc.
  - Ernesto. – chamou o moreno.
   Logo o mordomo já estava a sua frente e seguiram para resolver os preparativos.
   - Preciso ligar para essas pessoas. – mostrou uma lista feita a mão pela rosa em uma folha de caderno. – Preciso ver o lugar para a cerimonia e a festa.
   - Tenho o contato do senhor Edmundo, quem fez os preparativos da ultima festa da empresa, tenho certeza que daria conta para esses preparativos senhor. – o grisalho soltou seguindo o moreno que ia para uma mesa onde ligaria para os convidados da lista.

    - Certo, entre em contato com ele enquanto ligo para alguns convidados. Certifique-se que ele possa arrumar tudo e da melhor forma.
    - Sim senhor. – soltou se virando e indo para acatar a ordem do moreno.
   Este por sua fez, se sentou na cadeira colocando a lista em cima da pedra de mármore da mesa. Leu o primeiro nome e suspirou. Tenma. Com o celular em mãos procurou na lista de contatos o numero do moreno, achou e ligou.
   Após alguns toques o moreno atendeu.
  - Alô.
 - Tenma.
 - Aconteceu alguma coisa Shindou?
 - Não exatamente.
 - O que foi?
 - Estou ligando para te convidar para o meu casamento.
 - CASAMENTO?!
 - Sim, casamento. Porque a surpresa? Não achava que iria ficar para titio, achava?
 - Ah.. não, claro que não... mas ...
 - Pensei que ficaria mais feliz em saber isso.
 -Mas estou. Muito feliz e quem é a noiva?
 - Bom, para saber isso vai ter que vir amanhã.
 - Amanhã?
 - Sim. A cerimonia será a noite, então acho melhor que se arrume e venha ainda hoje.
 - Ah .. ta bom.
 - Já que está mais perto, poderia fazer o favor de avisar Tsurugi e mais alguns que ainda estiverem na cidade?
 - Sim, claro.
 - Obrigado. Te vejo amanhã então.
 - Sim, já vou ligar para todos e iremos ainda hoje para Londres.
 - Certo.

      Desligou respirando fundo. Alguns já tinham ido, agora faltava mais alguns. Fez a mesma coisa com 5 ou 6 outros nomes e então se surpreendeu, no fim da lista lá estava o nome que o fez ficar curiosa.
 - Masaki Kariya.
  Soltou baixo olhando o nome do verdinho. Relutou um pouco, mas porque não o convidar? A tempos nutriam uma batalha pela rosa e agora seria o momento perfeito para vencer essa disputa.
 - Alô – uma voz conhecida foi ouvida, era a esposo do verdinho.
- Akane.
- Oh! Shin, o que lhe traz a me ligar assim?
- Estou te convidando junto de seu marido para virem amanhã no meu casamento.
- Ca-casamento?
 -Sim.
-Nossa, que ótimo. E quem é a noiva? Não, nem precisa me dizer. É aquela rosa com quem estava no restaurante não?
 -Exatamente. Logo passarei o lugar exato da cerimonia se quiser vir seria de bom grado, mas se não, digo o mesmo.
 - Hmm, sinto que essa mulher vem lhe tirando a elegância meu caro Shindou.
 - Que seja. Vocês vindo ou não irei me casar amanhã.
 -Não seja por isso, iremos sim, claro. Até lá então.

  O moreno desligou o celular e respirou fundo. Tudo daria certo não é mesmo? Se recostou na cadeira levando uma das mãos aos cabelos.
  - Senhor Shindou, Edmundo aceitou fazer seus preparativos, ele disse que conhece um lugar perfeito e de seu gosto senhor, já estava indo pra lá arrumar as coisas.
  - Certo. Os convidados já estão convidados, preciso que ligue para eles e informe o local da cerimonia. Confio em Edmundo para arrumar o lugar e o resto das coisas, vou sair e comprar minha roupa para amanhã e mais algumas coisas. Quando  voltar quero o endereço do lugar onde Edmundo está para ir até lá.
  - Sim senhor, farei tudo.
  - Estou saindo então.

    O moreno saiu e conseguiu o que queria. Já estava entardecendo quando voltou para casa pela segunda vez, já havia visto tudo que estava sendo feito e estava tudo bem. Chegou em casa e as suas rosas já estavam lá, sentadas no sofá vendo televisão.
   - Oi Shin. – a rosa menor disse ao ve-lo entrar.
   - Oi. Como foi o dia? – perguntou indo se sentar junto delas.
   - Foi bom. Consegui o que queria, já está tudo pronto. Conseguiu falar com os convidados?
   - Sim, tenho certeza que todos irão vir.
   - A que bom. – diz sorrindo.
  - Mestre, o jantar já está servido.
  - Estamos indo.
     Se levantaram e seguiram para a irem comer. O jantar foi todo levado pela conversa da comemoração para o dia seguinte, estavam todos muito ansiosos. Após o jantar e todos já arrumados para dormir, cada um foi ao seu quarto e mesmo em meio a tanta euforia e ansiedade dormiram.








       29 de Novembro. 07:00 am


  

   - Querida levanta, hoje é o grande dia. – a rosa maior acordava a menor, que deu um pulo ao se dar conta que havia chegado o dia. – Vá tomar seu café da manhã e suba par se arrumar, nossa cabelereira está marcada para as 07:45
   - Sim senhora. – a menina desce correndo as escadas até a cozinha onde começa tomar seu café.
    O moreno estava conversando com todos os mordomos e dando algumas ordens para o dia, que a proposito seria grande.
    Após o café a menina subiu correndo novamente as escadas até o quarto onde a mãe já havia arrumado suas roupas. Se arrumaram e desceram somente para se despedir do moreno, desejar boa sorte e seguiram para o salão onde passariam a tarde inteira se arrumando.
   O moreno que não precisava de tanta coisa assim teve tempo o suficiente para ajeitar a mínimos detalhes os arranjes da comemoração.





    

    12:30 pm   -   Restaurante do Hotel Handel


 - Não vejo a hora do casamento. Quem diria que o Shindou se casaria depois de tanto tempo, não é mesmo? – o moreno de cabelos revoltos diz se sentando na mesa com um prato na mão.
  - Verdade. – o jovem azulado a sua frente responde também com um prato.
  - Onde está seu irmão Tsu?
  - Logo ele desce. Os outro que o Shindou pediu que você avisasse vão vir? – perguntou levando o garfo a boca.
  - Sim, na verdade todos do time estarão aqui. – sorri olhando para o prato. – Só em ocasiões assim para a gente se encontrar de novo não é?
   - Pensando bem, é mesmo. Cada um foi para um lado, seguir a vida.
   - Boa tarde. – cumprimentou o azulado maior, se sentando junto deles.
   - Boa tarde Yuichi.
   - Animados para o casamento?
   - Sempre. – sorri o moreno.










       13:00 pm    -   Mansão Kariya


   - Hoje é um dia especial não Kariya? – a mulher ao seu lado na mesa soltou.
   - Sim. – respondeu sem muita reação a provocação.
   - Hoje seria uma boa ocasião para dizer a todos o que você esconde.
   - Não mudaria nada saberem isso agora. – o verde responde serio. De que adiantaria contar seu laço com a rosa nessa altura do campeonato? Sua mente foi brevemente levada a lembranças vagas da rosa.  Desde pequena a via por alguma razão, não sabia direito a principio, mas depois que Riuuji e Kira o adotaram conseguiu descobrir o porque de parecer se interessar tanto pela aquela rosa. A verdade por traz de isso tudo era que a mão da rosa, depois de a abandonar em Inazuma se mudou e se casou como o pai do verdinho. Depois de algum tempo ele e como fez com a rosa, fugiu com ele para Inazuma onde o deixou no orfanato e foi repetir seu ato em outro lugar. Queria mais que tudo contar a ela sobre esse laço que tinham e o porque de só confiar nela, mas acabou deixando isso tudo pra traz e voltar a reviver tudo isso agora não mudaria nada. O melhor era deixar que ela fosse feliz com o maestro.
  Sim. Ele havia percebido que era ela no restaurante outro dia, mas preferiu fingir que não sabia de nada.
    - Mas seria interessante se ...
    - Akane, deixe eles serem felizes. – repreendeu o verde.








   15:00 pm     -   Em algum Hotel de Londres



   - Dá pra acreditar? – a jovem de cabelos longos.
   - Não. – diz rindo a azulada de cabelos curtos. – Shindou se casando.
   - Eu não vejo a hora do casamento. – se entre olharam, sorrindo. – E principalmente a festa. – sorri
    - Mas o que é isso Seto?
    - Ah qual é Aoi, essa vai ser a parte mais interessante. – olha para a azulada. – pelo menos pra ne Aoi?
     - O que quer dizer com isso?
     - Quero dizer que o Tenma vai estar lá. – soltou a abraçando sorrindo. – Sozinhos
   - S-Seto ..... – disse envergonhada.







     
       19:30 am     -    Local da cerimonia de casamento



   Já quase na hora marcada para o casamento quase todos os convidados já haviam chegado. Alguns conversavam, se cumprimentavam, riam enquanto esperavam que a noiva chegasse. O noivo por sua vez, arrumado e ansiosa para a entrada da sua rosa.
  20:00 horas em ponto a chegada da noiva foi anunciada. Todos se levantaram e atentos a entrada do local todo enfeitado esperavam a noiva entrar.
   As portas enormes de madeira maciça se abriram lentamente, a musica característica da entrada da noiva começou a ecoar no ambiente. Aos poucos a pequena rosa pode ser vista, com um vestido delicado branco com as bordas marrom, luvas brancas, sapato preto de um pequeno salto, seu cabelos estavam presos em um rabo de cavalo bem feito com algum brilhos. A jovem carregava um cesta e dela pegava pétalas e as jogava ao chão, abrindo espaço para a mãe.
    Uma grande surpresa tomou todos quando avistaram a noiva. Usando um vestido brando de tomara que caia, com um laço ao lado esquerdo de onde desciam duas camadas da parte de baixo do mesmo, dando um charme a mais a silhueta definida da jovem. Nas mão segurava um pouco nervosa um mediado boque de rosas. O véu rendado emoldurava o rosto coberto a jovem, mas todos podiam ver que seus cabelos longos estavam estrategicamente presos em marias-chiquinhas baixas, sua franja dava um toque todo especial ao rosto angelical dela que sorria alegremente.
   Caminhou até o altar onde o moreno lhe estendeu a mão e pararam juntos dando inicio assim a cerimonia.


    Logo que a cerimonia terminou todos seguiram para o local da festa, onde cumprimentaram os noivos.
    Passaram um bom tempo lá festejando, brincando, conversando, matando a saudade de anos que tinham. Nessas alturas todos já desconfiavam da identidade da rosa, mas nenhum teve uma razão forte o bastante para acabar com aquele momento.
   A meia noite a dança dos noivos começou. A pista era só deles, enquanto todos os olhavam.
  - Você dança bem. – começou o moreno.
  - Obrigado. – sorri.
  - Nosso noivado foi o mais curto de toda a historia. – ri baixo, conduzindo a rosa graciosamente pelo salão.
   - Com certeza. – ri também.

   Após a dança dos noivos a pista foi liberada para todos os convidados que ao som de uma boa musica ficaram até altas horas.




  

     Assim como o dia veio, se foi. Agora estavam casados e as coisas mudariam. Começando pelo nomes delas. Skarleth e Elizabeth agora adaptaram o sobrenome Shindou. As experiências que passavam cada dia juntos eram únicas.
    E podemos dizer que aquele fim de ano foi exótico, pois o passaram juntos, assim como passariam anos e mais anos.









           1 ano depois




      O moreno junto de uma pequena rosa andavam juntos pelos corredores brancos do ambiente. Havia uma certa seriedade e ansiedade em seus rostos.
   - Shindou. – Chamou uma mulher de cabelos cinzas ao lado de um verde apreensivo. – Viemos o mais rápido que podíamos.
   - Obrigado, Akane, Kariya. – o moreno diz se aproximando do casal junto da pequena rosa.
   - Como ela está? – o verde curioso perguntou.
   - Estava com bastante dores. Os médicos disseram que com o estado que ela chegou ocorreria tudo bem.
   - Então logo receberemos noticias dela. – Akane soltou aliviada, indo se sentar em um dos bancos colados a parede chamando a rosa.
   - Dará tudo certo Shindou. Elizabeth é forte. – o verde dizia com o intuito de confortar o moreno.

       
     Meia hora depois um homem de jaleco branco retirando as luvas da mão chegou a onde eles estavam, fazendo o moreno se levantar de imediato.
   - E então doutor? – o moreno perguntou sem esperar.
   - Você é? ­– o homem de branco perguntou.
   - Sou esposo dela. Como ela está?
   - Nesse momento ela está bem. Se recuperando mais bem. Posso permitir que a vejam, mas só por pouco tempo. Quando ela for transferida para o quarto poderão conversar mais.
   - Certo. – o moreno respondeu.

       Seguiram o medico até um pequeno corredor onde ele parou em uma porta, indicando para que entrassem.
       O moreno abriu lentamente a porta pintada de branco, dando visão para um quarto, uma mulher de branco, com certeza enfermeira estava ao lado da cama e quando entraram ela veio a seu encontro.
   - Senhor, os deixarei a sós. – disse já saindo.
  - Shin?! – a voz fraca ecoou pelo quarto, chamando a atenção de todos que entravam acanhados para a cama onde a rosa se encontrava deitada.
    O moreno foi se aproximando o bastante para ver o rosto radiante de sua esposa que segurava delicadamente nos braços uma criança que dormia. Se aproximou lentamente de onde ela estava já com uma grande sorriso.
   - Ele se parece com você. – ela disse sorrindo.
      Ele nada respondeu. Estava tão bobo e emocionada que nada saia de sua boca. Apenas a beijou no alto da testa levando a mão levemente para o rosto do bebê já com ralos cabelos chocolates. Tão pequeno. Tão frágil. Tão lindo.
  - Lizy ... sei que sempre dizem isso, mas ... tivemos um filho lindo. – as palavras saíram em tropeços a fazendo sorrir.
   - Esse é meu irmãozinho? – a rosa ao outro lado da cama dizia olhando para o bebezinho nos braços da mãe.
   - Sim meu amor. – olha para ela, que tinha os olhos brilhando. – Ele é lindinho não?
   - Sim. É tão pequeno. – levou a mão aos dedinhos do pequeno que a seguraram. – Oh! Olha só ele está me segurando.
   - Gostou de você.
   - Você é tão lindo, irmãozinho. Vou cuidar de você.
   - Ele é lindo Lizy. – Akane disse se aproximando da cama junto do marido.
    - Lindo mesmo. Parabéns a vocês.  – O verde disse o olhando.
    - Obrigado.
    - Senhores. – alguém na porta o chamaram.
       Todos se viraram.
    - Por favor ela precisa descansar.
    - Sim entendemos. – o verde disse já saindo sendo seguido pela acizentada.
     - Boa noite mamãe. Boa noite irmãozinho. – a pequena diz dando um beijo na mãe, no novo irmão e em seguida seguindo o casal que saia.
    - Esse será um novo começo meu amor. – o moreno a beijou, tocou o menino e então se despediu saindo do quarto.
   

    Certamente aquele seria sim um novo começo. Para uma historia que começou em um campo de futebol, com uma grande amizade e um segredo. Varias coisas aconteceram nesses anos mais nada foi capaz de afastar ou diminuir o amor que sentiam um pelo outro. Um amor infinito. Um amor amigo.
    Nada os separaria agora. Mesmo que haviam esperado tanto agora estava tudo certo. Estavam juntos e quem os separaria? Se nem os anos conseguiu fazer tal proeza, quem diria algum homem comum. Estavam entrelaçados na linha do destino e mesmo que se emaranhasse ou se esticasse nunca iria se romper, por que estavam conectados e destinados a se conhecer e ficarem juntos por toda eternidade.
















                                        ~ Fim

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