23 dezembro 2013

Trancado a 7 Chaves - 2 Temporada

Capítulo 9 - Capitulo IX



Fanfic / Fanfiction de Inazuma Eleven - Trancado a 7 Chaves - Segunda temporada - Capítulo 9 - Capitulo IX

 Capitulo IX
  - Meu querido Shinnnnn!!! – ela disse estridente vindo em minha direção.
    ´´ Eu mereço `` pensei enquanto forçava um sorriso e ela se aproximava.
   - Que saudades. – ela disse de frente a mim sorrindo.
   - Quanto tempo ... Akine. – sorri
   - É verdade. Não nós vemos desde que voltou de Ottawa.
   - Sim, e o que faz por aqui?
   -Kariya está em uma viagem de negocio, então ....
   -Ah, verdade. E como anda a firma?! – caminhei a chamando para nos sentarmos no sofá.
   - Anda bem, e o seus?
   -Vão bem também, o brigada.
     Lembro como se fosse hoje o susto que todos tomamos quando recebemos a noticia que estavam namorando e em seguida o convite de casamento. Nunca imaginaria ela e Kariya juntos, as a vida nós prega peças não é?
    - Fiquei sabendo que você tinha viajado para cá, então imaginei que estaria instalado aqui.
    -Sim, assuntos inesperados da corporação filiada, entende não é?
    -Entendo. Então ... falei com sua mãe a dois dias... Ela está preocupada com você.
    - Há, está aqui de mensageira da minha mae Akine?
    - Shindou ...
    - Por favor, será que minha mãe não tem coragem de falar comigo pessoalmente, ou me ligar?
     -Você não a escutaria Shindou, ela já tentou varia vezes falar sobre isso com você.
     - Então porque insiste com o mesmo assunto? Não irei me casar e esse assunto não é discutível.
     -Então prefere ficar sozinho? Sem ninguém? A vida de alguém solitário é tão triste Shindou... Pra que se privar de um novo amor se a Ran está morta.
   - Calcule suas palavras Akine. Está em minha casa me insultando? Não estou me privando de nada, se ninguém me chama a atenção, não posso fazer nada. Me casar só para a empresa ter um herdeiro, nunca faria isso, nunca.
    -Então vai ser assim? A família Shindou vai acabar na sua geração? Vai enterrar junto de você todos os sonhos da família?
    -Os sonhos da família? E os meus? Não são nada? Ofuscados pela ganancia e o poder que ela se impõe sobre mim? – quem é que ela pensa que é? E u me casarei com quem quiser. Kirino é única pra mim e se me casasse novamente seria com Elizabeth, mas esse sonho é impossível.
   -Shin ...
   -Eu já disse Akine. Não me casarei só para garantir o futuro da empresa. Se meus pai pensam assim que tenham mais um filho enquanto há tempo. – me levantei indo para a porta. – Se veio só por isso, não quero sua companhia. Boa noite.
    -Tudo bem, eu vou embora. Mas pense bem, vai ser bom pra você se apaixonar mais um vez, há muitas mulher boas como Ran no mundo.
    - Saia Akine.
    Ela se levantou e saiu. ´´Você não sabe de nada. Meu coração já foi roubado pelo impossível``
    Subi até o quarto, seria melhor relaxar com um banho. Entrei no banheiro, me desfiz das roupas e entrei no box. A água gelada me causou um pouco de desconforto, mas em seguida a temperatura melhorou.
     Ninguém entende. Minha mãe só pensa no bem da empresa e acaba esquecendo o próprio filho. Terminei o banho e fui comer alguma coisa. Ernesto estava na cozinha e acabou me servindo.
   -Mestre Shindou, onde está a jovem madame de mais cedo?
   -Ela foi embora. – respondi pegando a comida.
   - Mas tão rápido? Ela estava tão ansiosa para o ver.
   -Estava ansiosa por outros motivos Ernesto.
   -Como assim?
   -Prefiro não dizer.
   -Entendo.... Mas alguma coisa o incomoda mestre?
      Como Robert, Ernesto me conhecia muito bem. Já faziam 30 anos que ele servia minha familia.
    -Nada de mais Ernesto.
    -Coisas que são nada de mais não roubam a preocupação do meu senhor.
      -Nesse final de semana... – comecei e então percebi. Esse final de semana seria 15 de Setembro, o dia em que voltei para Ottawa w descobri que Ran estava morta. Que coincidência. – Vai ser o aniversário da Skarleth e bem .... gostaria de comprar um bom presente para ela.
    -Um presente para a lady Skarleth ... é uma tarefa bem difícil para alguém bonita como ela.
     -Sim e é isso que me deixa preocupado. Não quero chegar sem algo em mãos.
    -Tenho certeza que o que escolher encherá os olhos da jovem Skarleth.
    -Obrigado Ernesto. Mas ... gostaria que me ajudasse, poderia?
    -Eu? Ah, claro senhor, seria um prazer.
    -Ah, me sinto mais tranquilo assim. Muito obrigado. Então saímos amanhã cedo.
     -Sim senhor.
   Confesso que fiquei mais aliviado sim, não levo muito jeito para isso e com certeza Ernesto me ajudaria muito. Acabei com o jantar e fui me deitar amanhã seria um longo dia e faltava apenas 2 dias para o aniversario dela.




  Acordei com o despertador tocando sem parar na cabeceira da cômoda ao lado da cama. Me levantei um pouco sonolento, me dirigi para o banheiro, fim minha higiene matinal e desci para o café. A mesa já estava pronta. Comi e lembrei Ernesto novamente sobre os planos de hoje. Subi me arrumei e desci encontrando ele já pronto a me esperar. Com a chave do carro em mãos seguimos para o estacionamento, ele queria que levássemos um motorista, mas preferi dirigir eu mesmo. Saímos de casa e seguimos para um shopping no centro, um dos melhores por acaso.
   Passamos ali muito tempo, na verdade horas. Nada combinava perfeitamente com a Skarleth. Já estava de tarde e voltávamos para casa desanimados.
   -Foi uma perda de tempo hoje. – soltei decepcionado
   -Claro que não senhor. Constatamos que no Shopping não há nada para a jovem Skarleth e isso é um progresso. Assim podemos procurar em outro lugar e ... ah senhor Shindou ali.
    Ele disse apontando para uma loja no outro lado da rua. Estacionei na primeira vaga que encontrei e seguimos até a loja, não muito chamativa, exceto pelo fato de uma grande placa de papel pendurada no vidro na parte de dentro, com escritas em vermelho ´´ Atendemos encomendas de bijuterias `` no mostruário escasso na frente da loja havia algumas correntes, anéis, pulseiras.
    -É isso Ernesto? – perguntei descrente.
    -Sim senhor. – ele me respondeu seguro, sorrindo. – Vamos entrar.
     Ele girou a maçaneta abrindo a porta, fazendo com que alguns sinos no alto da porta balançassem. Entramos cautelosos até avistarmos um senhor sentado em frente a uma mesa repleta de pedaços de ferro e joias.
  -Senhor... – Ernesto começou chamando a atenção dos obres castanhos do senhor.
   -Sim? –ele respondeu nos olhando.
   -Vimos a placa na entrada. Trabalham com encomendas?
   -Sim senhor. – o velho se levantou e veio até nos limpando as mãos empoeiradas no avental marrom em seu colo. – O que precisam?
   -Queremos uma encomenda para um aniversário no fim de semana, dia 15.
    -Dia 15 ....
    -Sim senhor. –respondi, fazendo com que ele me olhasse de cima a baixo.
    -E o que querem que eu faça?
  Acabamos por encomendando ali mesmo o presente da Skarleth. Mesmo parecendo uma loja sem muita tecnologia pude ver exatamente como o presente ficaria em um programa de computador que o dono da loja nos mostrou. Ficaria perfeito, lindo como ela. Saiamos da loja quando cruzamos com a Akine novamente. Desta vez estava acompanhada pelo Kariya.
   -Shin. – ela me chamou sorrindo.
    -Akine. Kariya. –respondi recebendo um cumprimento leve de ambos. – O que fazem por aqui? –perguntei.
    -Estamos só aproveitando Londres e seus maravilhas. E vocês? – Ela perguntou, tomando a iniciativa que Kariya com certeza tomaria.
    - Ah nada de mais.
    -Nada de mais? – ela perguntou correndo os olhos por trás de mim. – Estavam encomendando algo nesta loja?
    -Um presente. – respondi rapidamente.
    -Para quem? Pensei que havia me dito que não se apaixonaria mais uma vez.
     -E não vou Akine. Esse presente é para uma aluna que comemorará seu aniversário no final de semana.
     -Ah e agora esta investindo em prostituição? – Kariya soltou sarcástico.
     -Claro que não. Ela completará apenas 7 anos.
     -Oh então é pedofilia?
     -Ora seu ....
     -Oh serio? Sete anos? Tem uma foto para me mostar?
     -Não, não tenho. –respondi.
      -Que pena.... Mas pode a descrever? Adoro crianças.
      - Bom ....
      -Ela é uma jovem radiante. Seus cabelos são exóticos junto dos olhos chocolates, como os do mestre Shindou. – Ernesto pronunciou, mostrando sua presença ao meu lado.
     -Cabelos exóticos?  Rosas? – ela perguntou.
     -Sim e o que tem?
     - Final de semana não é? Dia 16? .
     -Não. Dia 15,o que tem isso?– disse dando alguns passos.
     -Dia 15 de Setembro. Esse não foi o dia em que você foi para Ottawa e descobriu a morte da Ran?
    -Sim e o que tem isso?
    -Os cabelos dela são exóticos, mas exatamente rosa. E a cor de seus olhos, como ele disse são como os seus... Interessante não Shindou? – Kariya disse duvidoso. Ele sempre acreditou que Ran não havia morrido de verdade, e já havia jurados outras vezes de ter a visto aqui em Londres mesmo. Mas isso seria normal, visto porque, Elizabeth tem as mesmas cara .... características que da Ran. Não isso não é possível.
     -Não diga asneiras Kariya. Ran está morta.
     -E você já viu o corpo dela? Como pode ter tanta certeza?
    Isso é verdade. Desde que seu pai me contou sobre sua morte, ele não me permitiu voltar ao seu tumulo e ainda por cima tirou todos os vestígios dela da Raimon e do time, retirou tudo, como se ele quisessem que ela fosse apagada.
     -Não diga bobeiras. Vamos embora Ernesto
    Disse começando a caminhar, sendo seguidos por Ernesto. E se Kariya estiver certo? Se a minha Ran não tiver morrido de verdade? Skarleth poderia ser minha filha? Não claro que não. Ela está fazendo aniversario agora e se Ran tivesse engravidado depois daquele dia Skarleth teria de fazer aniversario em Maio e não em setembro. A menos que .... Não, não pode ser.

  Continua ... 

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